
O autor:
Anneliese Frank nasceu a 12/06/1929, em Frankfurt-am-Main. Foi uma adolescente judia obrigada a viver escondida dos nazis durante o Holocausto, num Anexo Secreto. Durante o período em que habitou neste refúgio foi redigindo um diário, divulgado em 1947 que foi sofrendo, mais tarde, alterações. Morreu em Bergen-Belsen no ano 1945.
Bibliografia do autor:
Contos do Esconderijo
Contos do Esconderijo
Resumo da obra:
Este diário, de nome Kitty, mostra-nos o modo de viver, as tristezas, a alegria e muitas outras emoções da família Frank e van Dan, judeus, fechados num esconderijo devido às perseguições de Hitler.
Nos primeiros dias, Anne, ainda em liberdade, ama existir. Contudo, depois da ida para o anexo onde se iria esconder, nota-se a sua angústia e melancolia por quase não poder sair à rua nem ver a “luz do dia”.
Ao longo dos dias confidencia-nos a paixão amorosa por Peter, companheiro de casa.
Em Agosto de 1944 terminou o seu diário dado que foi levada pelos nazis, juntamente com as outras pessoas da habitação.
Esta obra é um bom testemunho da vida e do sofrimento de uma adolescente.
Este diário, de nome Kitty, mostra-nos o modo de viver, as tristezas, a alegria e muitas outras emoções da família Frank e van Dan, judeus, fechados num esconderijo devido às perseguições de Hitler.
Nos primeiros dias, Anne, ainda em liberdade, ama existir. Contudo, depois da ida para o anexo onde se iria esconder, nota-se a sua angústia e melancolia por quase não poder sair à rua nem ver a “luz do dia”.
Ao longo dos dias confidencia-nos a paixão amorosa por Peter, companheiro de casa.
Em Agosto de 1944 terminou o seu diário dado que foi levada pelos nazis, juntamente com as outras pessoas da habitação.
Esta obra é um bom testemunho da vida e do sofrimento de uma adolescente.
As melhores citações:
*” (…), fez barulho suficiente para acordar um morto.” (Página 90)
Saboreei esta afirmação, pois fez-se ouvir, dentro de mim, o hediondo ruído, mencionado, todavia o turbulento som era alto mas leve, suave e encantador. Ao contrário do que a oração sugere eu acho que se um defunto acordasse ficaria bem-humorado.
*” (…), fez barulho suficiente para acordar um morto.” (Página 90)
Saboreei esta afirmação, pois fez-se ouvir, dentro de mim, o hediondo ruído, mencionado, todavia o turbulento som era alto mas leve, suave e encantador. Ao contrário do que a oração sugere eu acho que se um defunto acordasse ficaria bem-humorado.
*”O sangue gela-me nas veias (…)” (Página 420)
Esta expressão marcou-me porque se observa, bastante, a aflição de Anne, o que comprova o seu amor por Peter (contexto da frase). É, ainda, uma citação poética que nos faz pensar, dado que pode sugerir surpresa, felicidade, angústia, etc, para além de, na minha opinião, ser um pouco romântica.
Esta expressão marcou-me porque se observa, bastante, a aflição de Anne, o que comprova o seu amor por Peter (contexto da frase). É, ainda, uma citação poética que nos faz pensar, dado que pode sugerir surpresa, felicidade, angústia, etc, para além de, na minha opinião, ser um pouco romântica.
O meu comentário:
Recomendo este livro porque é uma obra que nos faz reflectir sobre se quando proferimos:“Tenho fome”, “Não posso fazer o que quero”, temos razão dado que, em comparação com a vida de Anne, estes lamentos não são verdade.
A parte de que mais gostei foi das aventuras nocturnas no anexo e das conversas amorosas entre Peter e a autora, pois comprovam o amor entre eles e o tempo que se leva a conquistar o coração de outrem.
Na minha opinião, o texto devia ser acompanhado por imagens como as da capa do livro.
Por todos os factores mencionados ao longo desta ficha de leitura acho que o diário merece a popularidade e o valor que tem.
Recomendo este livro porque é uma obra que nos faz reflectir sobre se quando proferimos:“Tenho fome”, “Não posso fazer o que quero”, temos razão dado que, em comparação com a vida de Anne, estes lamentos não são verdade.
A parte de que mais gostei foi das aventuras nocturnas no anexo e das conversas amorosas entre Peter e a autora, pois comprovam o amor entre eles e o tempo que se leva a conquistar o coração de outrem.
Na minha opinião, o texto devia ser acompanhado por imagens como as da capa do livro.
Por todos os factores mencionados ao longo desta ficha de leitura acho que o diário merece a popularidade e o valor que tem.
Fontes consultadas:
Frank, Anne, Diário de Anne Frank, Maio de 2006, Livros do Brasil.
Frank, Anne, Diário de Anne Frank, Maio de 2006, Livros do Brasil.


